sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Você não precisa ler, mas eu preciso contar.

Dando banho no Rei, coloquei a banheira embaixo do chuveiro e deixei-o brincar um pouco mais. Aproveitei pra fazer xixi (normalmente não gosto de fazer na frente dele, mas diante da situação...). Daí em diante, aconteceu o seguinte diálogo:

- Você tá fazendo o quê mamãe?

- Fazendo xixi, ué!

- Não mamãe! Não é aí. É pelo lado da frente! Pela "pinta"! Esse bumbum aí é pra fazer cocô!!!

Mereço???

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A Fralda do Rei

Sempre tivemos problemas ao trocar a fralda do Rei (é, ele ainda usa para dormir à noite e para viajar). Ele não gosta de colocar a fralda e, quando está com ela, não gosta que tiremos. Eis que o papai deitou-o no sofá e foi logo tirando a fralda. O pequeno reclamou:

- Papai, não tira minha "flalda". Por isso que eu fico "nevôso"!

Tathy, acho que aos poucos ele tá dizendo o que o incomoda, né? hehehehe Vou te mandar um e-mail ainda essa semana.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Consciência Ecológica

Esta semana fomos passear aqui (que, aliás, super recomendo).
O Rei cismou para descer em um dos toboáguas. O papai, que adora aventuras, desceu com ele, no menorzinho, óbvio! Mas antes, quando o pequeno viu o toboágua de cima, pronto para descer, exclamou:

- "Diliga! Não pode! Vai acabar a água do Planeta Terra todinha!

Mesmo assim, desceu com o pai, tomou um caldo e ainda sem recuperar o fôlego direito, ficou gesticulando e gaguejando, pedindo para ir novamente. Pense num guri afoito!

PS: Thali, amiga! Obrigada por cuidar de nossa casa.
PS 2: Esta postagem será editada futuramente para incluir fotos!

domingo, 8 de novembro de 2009

Deu Branco!

Arthur acabou de conhecer o primo Ian. Na verdade, eles se conheceram um ano atrás, mas Ian tinha apenas 2 meses. Agora, com a diferença de idade quase imperceptível, eles começaram a brincar. E Ian acabou de ganhar um carrão. Um fusca vermelho. E claro que o Rei adorou. Brincaram bastante. Empolgação total.

No outro dia, ele acordou cedinho e perguntou:

- Cadê o carro de... o carro de... o carro de... Como é o nome daquele menino que não fala?

E eu:

- Ian.

E ele:

- Cadê o carro de Ian, mamãe?

Estressadinho

Na casa do tio, o Rei acordou depois de uma tarde de sono gostoso. Vendo o Pica-Pau na tv, bastante concentrado, com o dedo na boca, o papai reclamou uma vez, ele não obedeceu. O papai reclama a segunda vez, já aumentando o tom da voz:

- Ei, Arthur. Tire a mão da boca!

E o guri, muito perceptivo que é, responde:

- Ei, papai! Você é muito "nevôso"!

PS: Durante as férias, vou contando apenas as peripécias. Quando elas acabarem (as férias) farei um resumão!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Ao Pé da Letra

E ele me pediu, apontando para os carros:
- Mamãe, tira uma "poto" dos meus carrinhos...

Respondi:

- Claro, filho! Mostra os carrinhos pra mamãe!

E ele fez essa cena aí abaixo:


Retruquei:

- Levanta os carrinhos pra eles aparecerem na foto!


(Eu estava me referindo a suspender o carrinho na altura do peito dele!)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fotógrafo Oficial das Férias





(O vovô desencavou esta relíquia...)

domingo, 1 de novembro de 2009

Finalmente!!!

Depois de três anos sem tirarmos férias juntos, este ano maridón e eu, pela primeira vez com o Rei, teremos 30 dias de férias, a partir de hoje. Não sei se ficarei os 30 dias sem postar, mas de antemão, aviso aos seguidores e leitores que este blog está oficialmente de férias.
Não desistam de mim.

sábado, 24 de outubro de 2009

Alimentação

Conversando com a minha cunhada, que tem um filho 7 meses mai novo que o meu, e bem mais forte, fiquei preocupada com o peso do meu pequeno. Ele mede 91cm e pesa entre 12 e 13kg. Sei que ele é, e sempre foi magrinho. Ele teve sérios problemas de refluxo, mas agora a 'falta de peso' está ficando mais acentuada. Se fosse só a "magreza", tudo bem, mas o problema é a falta de apetite dele.
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Como recebi conselhos excelentes aqui, preciso novamente de ajuda. A rotina alimentar do Rei é a seguinte: ele acorda às 6h30min, 7h e pede logo o leitinho (200ml, às vezes 150ml, de Leite Ninho com Neston Vitaminas). O lanche na escola é por volta das 9 horas, mas vai de casa, na lancheira. Gosto de variar o cardápio, para ele não enjoar. Um dia, mando suco (ou da fruta mesmo ou Soya de laranja ou Maçã, em caixinha), com bolo ou biscoito e uma fruta. Outro dia, mando iogurte com cereais e mais fruta. Sempre tem um suco (ou iogurte), um biscoito (ou pão, ou bolo) e uma fruta (maçã, pêra, banana, mamão ou melancia) que são as que ele gosta. Às vezes, volta alguma coisa.
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O problema é o almoço. Como ele almoça na escola, não temos uma rotina nesse horário. Um dia a professora diz que ele comeu bem, outro mais ou menos, mas na maioria ela diz que ele quase não comeu. O cardápio da escola também é variado: arroz, feijão e carne; macarrão com frango desfiado; arroz com caldo de feijão, etc. Ele não gosta de ovo e come uma fatia inteira de pizza, quando saímos. Tentei fazer um ovo frito, com cara de pizza, mas ele não comeu muito.
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O pequeno chega em casa no horário do lanche da tarde, que é sempre o iogurte com cereais, um biscoito com suco ou bolo. O jantar, é somente o leite. Às vezes ele toma uma sopinha ou come um pão com queijo que o papai esquenta na sanduicheira. Mas são raras as vezes. Quando está em casa, ele não come guloseimas. Mas nos finais de semana ele come, e muito, na casa da vó. E foge totalmente da rotina da semana.
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A pediatra sempre fala que ele está um pouco abaixo do peso, mas nunca receitou qualquer polivitamina ou moderador de apetite. Minha cunhada contou que o filhote dela toma há bastante tempo, todos receitados pela pediatra dele.
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Basicamente é isso. Digam-me: onde está o meu erro?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Tá Na Área...








...E a Farra tá só começando!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Rompendo em Fé

Recebi alguns comentários na postagem anterior, e ainda quero receber mais, pois eles têm me confortado. Por enquanto, Louvo a Deus por tudo que Ele tem feito em nossas vidas. Reflitam na letra dessa canção cristã, independente de qual seja a sua religião.
Cada vez que a minha fé é provada
Tu me dás a chance de crescer um pouco mais.
As montanhas e vales
Desertos e mares que atravesso
Me levam para perto de Ti.

Minhas provações não são maiores que o meu Deus
E não vão me impedir de caminhar.
Se diante de mim, não se abrir o mar,
Deus vai me fazer andar por sobre as águas.


Rompendo em fé.
Minha vida se revestirá do Teu poder.
Rompendo em fé.
Com ousadia vou mover no sobrenatural.
Vou lutar e vencer. Plantar e colher.
A cada dia vou viver rompendo em fé.
(ROMPENDO EM FÉ, Ana e Edson Feitosa)
http://www.youtube.com/watch?v=RzpRIslg7LY

Pecar pelo excesso ou pela falta?

Ontem o Rei teve mais uma consulta com a Neuro, depois de um tempo sem tomar o Calman e mais alguns ataques nervosos (a titia não gosta que eu fale ataques, mas não consigo achar um sinônimo). Não sei porque ainda volto a essas consultas. Sempre rápidas, sem olho no olho, sem conversar com a criança e com umas risadinhas sem graça, diante da graça do meu filho. Mas eu volto! Ontem, saí de lá com uma receita e uma guia de encaminhamento nas mãos: a receita, pra continuar o tratamento com o Calman por mais seis meses; a guia, encaminhando meu pequeno para uma Psicóloga, com a indicação de HIPERATIVIDADE!
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E agora? Pensei. Eu, que sempre justifiquei que preferia pecar pelo excesso que pela falta de zelo, me vejo numa situação de dúvida. Seria mesmo necessário? Resolvi procurar a psicóloga pra ver se, ao menos, ela tratava a mim e ao maridón, caso estivéssemos errando no "modus educandi"* do nosso filhote. Mas eis que agora, lendo O Astronauta, vejo o texto da Flávia falando sobre as birras e descrevendo exatamente as coisas que o meu Rei faz e que me fizeram procurar a Neuro. Li todos os 18 comentários (até agora) na postagem dela e percebi que não estou sozinha, que meu pequeno não é parte da minoria na estatística. Talvez as birras dele sejam mais fortes um pouquinho, uma vez que ele bate a cabeça no chão repetidamente (o que não tem mais acontecido nas últimas semanas), além de chorar muito a ponto de ficar tremendo, todo vermelho e suar bastante, chegando a ficar com o corpo gelado.

A dúvida aumentou. Queria ouvir a opinião de quem me lê (todos vocês, seguidores ou não, ou que chegarem aqui pelo google). O que vocês fariam? Continuariam o tratamento com a Neuro e a Psicóloga (aliados aos três conselhos da Flávia) ou seguiria apenas os três conselhos da Flávia, sem tratamento, pelo menos por enquanto?

Eis os três conselhos:
1. Uma boa dose de paciência;
2. Acreditar que vai passar e,
3. Ter como lema a seguinte frase: "Ama-me quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso".

* Corrigido, em virtude da googlada que dei, por sugestão do anônimo. Juro que nunca tinha escutado esse termo. Por causa do "modus operandi", imaginei o "modus educandi". hehehe

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Muito Interessante!

Pois é... Essa é a frase mais recente do Rei. A tudo que vê, ele exclama:
- Hum... Muito interessante!
Perguntei onde ele aprendeu, quem disse isso para que ele repetisse. A resposta:
- Foi o "Terone" (Leia-se Tyrone, dos Backyardigans).
***
SPC*:
  • A vovó Dete já está em casa e se recupera bem.
  • Hoje tiramos o RG dele. Agora sim, cidadão oficial.
  • Contagem regressiva para as férias.
  • Titia de malas arrumadas e de pé na estrada.
(SPC = Só pra Constar)

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Finalzinho da Semana

A semana tá acabando e eu não participei dela o tanto que queria. Tinha tanta coisa pra falar. Ia falar da Coleção Vagalume que li quase toda (senão toda), do fascínio por gibis, palavras cruzadas e bula de remédios que tenho até hoje. Mas, a semana acaba e o assunto não. O tempo é que foi curto. Tivemos problemas de saúde na família (a vó Dete foi parar na UTI, com a pressão nas alturas) e hoje estou postando aqui do quarto do hospital (não, não é vício não. Só trouxe o notebook pra me fazer companhia na madrugada que, com certeza, vai ser insone), pois vou passar a noite por aqui. Mas já está tudo contornado e medicado, graças a Deus.

Ontem, fui rapidinho no Hiper Bom Preço e, para pagar minha língua, encontrei alguns livros super baratinhos, aliás, baratos não, preços justos. Comprei uma coleção da Disney Cars, com 4 livros, excelente material, numa maletinha linda, por R$ 8,90 e mais dois livrinhos interativos, um com um trenzinho que apita (Luizinho, o Vagãozinho) e outro com um "aquaplay", por R$ 4,90, cada. Comprei de presente para o meu pequeno, pelo dia das Crianças, já que não havia dado nada a ele no dia. Ele adorou e vive com a maleta pra cima e pra baixo, pedindo a quem passar por perto: "ei, conta uma histólia pra mim".

No mais é isso. Pedindo a Deus pra dar tudo certo por aqui. Aguardando a titia que, numa hora dessas, deve estar arrumando as malas. Contando os dias para as férias.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Semana da Leitura

O Blog Pelos Cotovelos e Cotovelinhos propôs uma blogagem coletiva de incentivo à leitura e o Peripécias não podia ficar de fora por razões óbvias: a gente só deseja e ensina o bem aos nossos filhos e não vejo melhor forma de desenvolvimento da mente que não seja a leitura. A postagem está saindo agora, quase no final da semana, mas antes tarde...

Meus pais sempre nos incentivaram a ler (a mim e a meus irmãos). Com seis anos, ganhei a minha primeira assinatura dos gibis da Turma da Mônica. E não parei mais. Lembro de uma coleção que ganhei, quatro livros grandes, com duas histórias cada um. Duas delas nunca esqueci: As três Rosas Vermelhas e outra sobre um menino pobre que desejava ganhar uma lancha Tibiriçá. Eu devia ter uns seis/sete anos. E sei da influência dos meus pais sobre o meu gosto pela leitura e da importância que ela teve em minha vida, seja pela escolha na hora de fazer um curso superior, ou dois, no meu caso (não foi à toa que fiz faculdade de Letras e depois, de Jornalismo), seja pelo gosto pela Língua Portuguesa, suas regras, sua forma, sua escrita correta (e prezar por um texto bem escrito, sem erros).

Quanto ao meu filho, demorei um pouco para começar a despertar o gosto dele pela leitura. Sempre utilizei de recursos audio-visuais, deixando os textos e as gravuras um pouco de lado. Até que minha mãe (ela novamente) chamou minha atenção para isso, dando uma coleção de livrinhos para o Rei, quando ele tinha apenas 9 meses. Apostei que ele não ia gostar, que não ia despertar o interesse dele. Paguei a língua. O guri andava com os livros pra cima e pra baixo e, desde que aprendeu a falar, até os dias de hoje, a frase que ele mais fala é :"Conta uma histólia pá mim".

Desde então, os livros foram tomando conta da vidinha do meu bebê, que tem maior interesse por aqueles que reproduzem nas páginas o que ele vê na televisão. Comprei o livro "Procurando Nemo" pra ele, entre outros. E as pessoas amigas foram presenteando-o também com livros, além da vovó Naza, a Tia Leuza e o "Tilomar". Hoje em dia, ele prefere uma boa história contada por nós a um filminho na tv. E, ainda por cima, conta história pra gente ou para si mesmo, ao "ler" os livros, sozinho, em seu quarto.

Um problema que percebo, pelo menos aqui onde moro, são os preços dos livros infantis: absurdos, além da falta de opção de livros para bebês e crianças de 0 a 3 anos (moro no interior do Nordeste). Quando vejo promoções compro aos montes, pricipalmente os que ele pode pintar também. A Escolinha do Rei também incentiva a leitura. Desde o maternal, as crianças participam da Roda de Leitura, trazendo toda quinta-feira um livrinho diferente, devolvendo-o na segunda-feira. Já perdi a conta de quantos livros li com ele, por causa dessa Roda. Acho louvável essa atitude da escola, que ainda faz com que o pequeno aprenda a cuidar bem do livro e a chamá-lo de amigo.

Sei que os pais educam pelo exemplo, e por isso sei que tenho sido omissa em relação à leitura e ao exemplo que quero deixar para o meu filho. Como bem disse a Mari, como poderei cobrar dele que pare de usar o computador, na adolescência, se ele só me vê fazendo isso? Já li muito, principalmente porque quando ele nasceu eu ainda estava cursando a faculdade, o que exigia muita leitura. E durante a licença-maternidade, que passei na casa de minha mãe, quando ele dormia eu lia. Não tinha muitas obrigações, a não ser com o pequeno. Depois, relaxei. Aliás, fiquei sem tempo mesmo. A rotina absorve a gente de tal forma, que quando damos conta, o tempo passou. Preciso me policiar. Tenho vários livros acumulados, esperando por mim.

Acho até que vou ali, ler um agorinha mesmo. Ou, ao menos, começar.

A EDUCAÇÃO VEM PELO EXEMPLO!

CHILDREN SEE, CHILDREN DO!